Ricardo Nunes acompanha ações da Emae contra enchentes

Ricardo Nunes acompanha ações da Emae contra enchentes
Ricardo Nunes acompanha ações da Emae contra enchentes O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes [1], realizou nesta sexta-feira (16/1) uma visita técnica à Usina São Paulo, gerida pela Emae [2] (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), para acompanhar os protocolos de controle de cheias. A operação da Emae é considerada vital para a capital durante o período de chuvas intensas, pois regula o nível do Rio Pinheiros e evita inundações que poderiam paralisar a mobilidade urbana e colocar em risco a segurança de milhares de paulistanos. O sistema da Emae opera por meio do bombeamento das águas pluviais para o Reservatório Billings através das usinas elevatórias São Paulo e Pedreira. "Existe um desnível de aproximadamente 25 metros entre o Rio Pinheiros e a Represa Billings. Esse sistema de bombeamento permite elevar a água e evitar que o rio transborde", explicou o prefeito durante a inspeção. Tecnologia e monitoramento 24 horas pela Emae Toda a gestão hídrica da capital passa pelo Centro de Operação do Sistema (COS) da Emae, que funciona ininterruptamente. A equipe técnica monitora dados meteorológicos e níveis fluviais em tempo real, acionando a reversão do curso do Rio Pinheiros sempre que as condições atingem níveis críticos, conforme as normas ambientais vigentes. O CEO interino da Emae, Fernando Fernandes, reforçou que a prontidão da companhia é essencial para a proteção da Região Metropolitana. O trabalho é coordenado em conjunto com a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (SEMIL) e a SP Águas, garantindo que a tecnologia de ponta da Emae atue de forma integrada com os órgãos de defesa civil. O desafio do lixo e a manutenção das usinas Além do controle de engenharia, a Emae enfrenta o desafio constante do descarte irregular de resíduos sólidos. Em 2025, a companhia removeu mais de 1.000 toneladas de lixo das grades das usinas elevatórias. Esse material, jogado indevidamente nas ruas e córregos, compromete a eficiência do bombeamento. Limpeza das Grades: Trabalho diário realizado pela Emae para evitar travamento das bombas. Desassoreamento: Ações conjuntas com a SEMIL para manter a profundidade da calha. Cooperação: Alinhamento com a Farah Service para garantir a segurança dos ciclistas na ciclovia do Rio Pinheiros durante as manobras de bombeamento. Investimento contra eventos climáticos extremos Para a gestão municipal, a parceria com a Emae é estratégica para enfrentar o novo regime de chuvas. "É um esforço que envolve muito investimento e tecnologia para garantir que a cidade esteja preparada para eventos climáticos cada vez mais extremos", pontuou Ricardo Nunes. A Emae reforça que, além do aparato técnico, a colaboração da população é fundamental para o sucesso do controle de cheias. O descarte correto do lixo evita o entupimento de bueiros e afluentes, permitindo que o sistema de bombeamento opere em sua capacidade máxima quando São Paulo mais precisa. [1] https://abcdoabc.com.br/nunes-investe-mobilidade-seguranca-2026/ [2] https://www.emae.com.br/