Frio na barriga e vertigem: g1 testou a novo camicase virtual do Hopi Hari

Frio na barriga e vertigem: g1 testou a novo camicase virtual do Hopi Hari

g1 testou o novo camicase virtual do Hopi Hari; confira O g1 testou a nova área de realidade virtual do parque de diversões Hopi Hari, em Vinhedo , lançada nesta quinta-feira (8) - assista ao vídeo acima. A inauguração aconteceu um dia antes de 22 pessoas ficarem presas e terem de ser resgatadas na montanha-russa, após uma parada técnica. 🎮Em uma sala pequena (e um tanto escondida) localizada atrás da Roda Gigante, quatro simuladores trazem experiências imersivas que vão desde a queda de um camicase maior que os prédios de uma cidade até uma montanha-russa perseguida por uma dragão em zonas congelantes. ⚠️Todas as experiências utilizam óculos de realidade virtual e podem causar mal estar em pessoas sensíveis a movimentos bruscos, imagens rápidas e sequências de luzes intermitentes. As atrações de realidade virtual são pagas à parte - saiba mais abaixo. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Nesta reportagem, você vai ver: Cinema Voador 360º: o camicase radical Montanha-russa imersiva Corps Pro, de jogos de dança a tiros Ponte entre gerações O espaço E os ingressos? 😮Cinema Voador 360º: o camicase radical Como o próprio nome já diz, a atração tem a funcionalidade de rodar 360º, sendo a mais radical do espaço. Trata-se de um simulador de camicase ou barco viking, cuja experiência pode ser mais leve ou mais potente, girando de duas a seis vezes, de acordo com a opção da dupla visitante (o equipamento acomoda duas pessoas ao mesmo tempo). A narrativa visual mostra um camicase mais alto que os prédios de uma cidade, que sobe e desce rápido e descontroladamente até que quebra. Ainda que não exista o medo do perigo real de dano, o frio na barriga permanece do começo ao fim, especialmente quando nos momentos de descida do do camicase. ⚠️As imagens são rápidas e podem gerar vertigem, tontura ou náusea em pessoas com maior sensibilidade. Mesmo com a climatização do ambiente, é bem provável que o visitante passe bastante calor, por conta das proteções, dos movimentos (e do nervoso). A pequena Sofia, de 11 anos, veio com a mãe, do Rio de Janeiro e ficou apaixonada pela atração, chegando a testar por duas vezes consecutivas. Mesmo com medo, ela disse que "é muito legal" e já se arrumava para enfrentar mais uma atração de realidade virtual. "Eu acho que é uma pegada que vem aí pra ficar, né? As crianças qe gostam desse tipo de atividade, se identificam", comentou a professora Vanessa Mesquisa, mãe de Sofia. Leia também: Educadores têm entrada gratuita no Hopi Hari durante as férias Hopi Hari inaugura área de realidade virtual nesta quinta (8) 🎢Montanha-russa imersiva Montanha-russa imersiva é nova atração de realidade virtual do Hopi Hari Estevão Mamédio e Jéssica Stuque/g1 Neste simulador, que acomoda duas pessoas ao mesmo tempo, os visitantes escolhem entre diferentes montanhas-russas fictícias, com opções variadas de temáticas. A grande novidade está na parte sensorial, uma vez que a atração, além de trazer movivmento, também simula o clima do cenário, com rajadas de vento ou ar gelado, por exemplo. O visitante ainda pode ser surpreendido por um dragão gigante, pessoas caindo e mudar de cenários de uma hora pra outra. A professora Keysa Madureira foi com os filhos e gritou do começo ao fim. "Olha, estou me tremendo até agora. Por mais que a gente saiba que é um simulador, na hora que você entra ali, você entra no mundo da imaginação e parece muito que você tá numa montanha-russa .Vale muito a pena", contou a professora. ⚠️As imagens são rápidas e podem gerar vertigem, tontura ou náusea em pessoas com maior sensibilidade. 🕺Corps Pro, de jogos de dança a tiros Corps Pro conta com jogos interativos, desde danças a tiros Estevão Mamédio e Jéssica Stuque/g1 É o único simulador utilizado em pé. Nele, um visitante por vez pode escolher entre uma variada gama de jogos, que vão de Fruit Ninja e passos de dança até à vivência de um atirador de elite. Para jogar, além do óculos de realidade virtual, utilizam-se dois controles, um em cada mão. Entre todos os simuladores testados, esse foi o que apresentou menor risco de causar mal-estar em pessoas sensíveis a efeitos de luz intermitentes. É o simulador que traz maior liberdade você pode andar, dançar, atirar, mover os braços, olhar para ojde quiser e controlar as ações dos personagens. Mas vale o alerta: jogos são viciantes, e é uma pena que passa rápido demais! Entre os quatro simuladores, foi o que apresentou menor risco a pessoas com sensibilidade à luz ou labirintite, sendo também o simulador mais indicado para crianças pequenas. 🏎️Corrida maluca, de futurismo a Mario Kart Simulador de corrida superou as expectativas de Diogo Silva Jéssica Stuque/g1 Trata-se de um simulador em formato de um carro, com volante, acelerador e pedal, no qual o visitante pode escolher competir em uma corrida com cenário realista, futurista ou à moda de Mario Kart. Nele, joga uma pessoa por vez. Para os fãs de videogames de corrida, é uma boa oportunidade para trazer a experiência para o corpo, dentro de um carro, com os movimentos dos pés e pedais. "Superou as minhas expectativas", disse o visitante Diogo Silva. ⚠️As imagens e sequência de luzes são rápidas e podem gerar tontura ou náusea em pessoas com maior sensibilidade. Uma ponte entre gerações Você pode se perguntar: o que leva um parque de diversões, que proporciona grandes aventuras e adrenalina, "brincando" com alturas, movimentos e velocidades, adicione experiências que poderiam ser vividas em um shopping ou no próprio quarto? Para a diretora de marketing do Hopi Hari, Mariana Mello, a resposta está em usar as ferramentas como gancho para a geração das telas. "Na verdade, é aproximar a geração que está acostumada com o virtual ao analógico. O objetivo é crescer essa área, mas é buscar essa criança que tem o contato com o videogame, com os jogos, para que ela também possa experienciar as atrações do parque", ressalta a diretora. A visitante Gabriela Vasconcelos foi umas das pessoas que conheceu a sala de realidade virtual e logo depois resolve se aventurar na Montezum, a montanha-russa "real". Para ela, a experiência imersiva com os óculos pode ser "muito parecida, mas igual nunca". "É diferente.. o vento, adrenalina, a vista, estar ali mesmo, né?", comenta Gabriela. Mas ela também ressalta que acha uma ótima ideia para quem curte videogames e também para os pequenos que ainda não tem tamanho suficiente para ir nos grandes equipamentos, caso de sua irmã mais nova. O espaço A nova área de realidade virtual fica em uma pequena sala atrás da Roda Gigante e foi feita em parceria com a Mixtou Experince, empresa especializada em parques de realidade virtual. A sala é pequena, permitindo que poucas essoas circulem pelo espaço. Simultaneamente, apenas seis pessoas podem participar das quatro atrações. Apesar de climatizada, também é possível passar calor lá dentro, o que pode agravar o quadro de mal-estar em pessoas sensíveis. Para quem fica de fora, é possível assistir todas as experiências por telas de televisores. E os ingressos? O acesso para a nova área de realidade virtual não está incluso no ingresso do Hopi Hari e deve ser pago à parte, antecipadamente pela central de vendas do Hopi Hari pelo telefone (11) 4210-4000 ou dentro do parque. Os valores variam de R$ 19,90 a R$ 49,90, dependendo do momento da compra e do número de atrações utilizadas. g1 testou novas experiências imersivas de realidaade virtual no Hopi Hari Estevão Mamédio e Jéssica Stuque/g1 VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas