Dengue: veja 29 bairros de Campinas com alto risco de transmissão em 1º alerta de 2026

Dengue: veja 29 bairros de Campinas com alto risco de transmissão em 1º alerta de 2026

Mosquito do Aedes aegypti, transmissor da dengue Carlos Bassan/Prefeitura de Campinas A Prefeitura de Campinas (SP) divulgou, nesta segunda-feira (5), o primeiro alerta de arboviroses de 2026 com a lista de 29 bairros com alto risco de transmissão da dengue. O objetivo do documento, segundo a administração, é estimular a população a verificar possíveis criadouros em casa e reforçar que as áreas passam a receber agentes de combate ao mosquito. ⬇️ Veja, abaixo, os bairros com alto risco de transmissão por região: Leste: Vila Miguel Vicente Cury, Vila Costa e Silva, Parque Brasília Noroeste: Conjunto Habitacional Parque Floresta, Conjunto Residencial Parque São Bento, Loteamento Residencial Novo Mundo, Jd. Novo Maracanã Norte: Vila Itália, Vila Proost de Souza, Vila Teixeira, Vila lapi, Jardim Magnólia, Jardim do Vovô, Residencial Parque Bandeirantes Sudoeste: Jardim Shangai, Recanto do Sol 1, Jardim Mercedes Sul: Jardim Monte Cristo, Parque Oziel, Jardim do Lago, Vila Pompéia, Cidade Jardım Suleste: Jardim São Gabriel, Jardim São Vicente, Vila Formosa, Jardim Bom Sucesso, Jardim Centenário, Fundação Casa Popular, Parque Industrial Como saber se você está com dengue e se é grave Campinas encerrou 2025 como a terceira maior epidemia de dengue da série histórica, com 45,4 mil casos e 27 mortes confirmadas. Ainda não há dados de casos relativos a 2026. Como a lista é elaborada? Os alertas para arboviroses são divulgados pela Secretaria de Saúde e também se aplicam a bairros menores no entorno das regiões indicadas. Para definir quais bairros estão com alto risco de transmissão, são considerados fatores como: incidência de casos; eventual registro de nova transmissão; necessidade de reforçar trabalhos por causa de imóveis sem acesso; densidade populacional; e a comunicação sobre ações dos agentes. Como saber se é grave A Secretaria de Saúde recomenda aos moradores que, caso apresentem febre, procurem centros de saúde “imediatamente para diagnóstico clínico” e não banalizem os sintomas ou façam automedicação. Embora a dengue não tenha um medicamento específico, há uma série de medidas clínicas que podem evitar o agramento e óbito, se feitas a tempo. ⚠️ Por isso, é preciso ficar atento aos sinais de alarme. São eles: dor abdominal; muitos vômitos; algum sinal de sangramento (gengiva, por exemplo); menstruação em maior volume, no caso das mulheres; sensação de desmaio. Orientações à população 🌡️ A dengue causa febre alta e repentina, dores no corpo, manchas vermelhas na pele, vômito e diarreia, resultando em desidratação. 🚨 Ao apresentar algum desses sintomas, o morador deve procurar uma das unidades de saúde da cidade para atendimento médico, segundo a Secretaria de Saúde. Algumas medidas de prevenção são: Utilize telas de proteção com buracos de, no máximo, 1,5 milímetro nas janelas de casa. Deixe as portas e janelas fechadas, principalmente nos períodos do nascer e do pôr-do-sol. Mantenha o terreno limpo e livre de materiais ou entulhos que possam ser criadouros. Tampe os tonéis e caixas d’água. Mantenha as calhas limpas. Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo. Mantenha lixeiras bem tampadas. Deixe ralos limpos e com aplicação de tela. Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia. Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais. Limpe todos os acessórios de decoração que ficam fora de casa e evite o acúmulo de água em pneus e calhas. Coloque repelentes elétricos próximos às janelas (o uso é contraindicado para pessoas alérgicas). Velas ou difusores de essência de citronela também podem ser usados. Evite produtos de higiene com perfume porque podem atrair insetos. Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa. VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas