Bilheteria de filmes no Brasil tem queda em 2025

Bilheteria de filmes no Brasil tem queda em 2025
Bilheteria de filmes no Brasil tem queda em 2025 O mercado de cinema no Brasil registrou uma retração significativa em 2025, tanto no público quanto na receita, segundo dados preliminares do portal Filme B [1]. Ao longo do ano, foram vendidos 115,7 milhões de ingressos, uma queda de 9,7% em relação aos 128,1 milhões de 2024. Produções nacionais sofrem retração enquanto sucessos internacionais lideram Divulgação A diminuição foi mais acentuada para os filmes nacionais, que atraíram 11,9 milhões de espectadores, ante 13,5 milhões em 2024, representando uma queda de 11,6%. Entre os destaques estão “O Auto da Compadecida 2” e “Ainda Estou Aqui”, ambos lançados em 2024, que juntos somaram 5,9 milhões de espectadores no período. Em terceiro lugar, “Agente Secreto [2]” vendeu 1,1 milhão de ingressos. No cenário geral, os sucessos internacionais dominaram as bilheterias. “Lilo & Stitch” foi o filme mais assistido do ano, com 10,4 milhões de espectadores, seguido por “Como Treinar Seu Dragão” (5,9 milhões) e “Um Filme Minecraft” (5,4 milhões). Reprodução/YouTube Apesar da queda nos números absolutos, a participação do cinema nacional no mercado manteve-se estável, em torno de 10% tanto em público quanto em receita, índice praticamente idêntico ao do ano anterior. Por outro lado, filmes estrangeiros também sofreram perdas: público caiu 9,5% e receita diminuiu 6,9%. Especialistas apontam que essa retração reflete mudanças no comportamento do público e a concorrência crescente com serviços de streaming [3], fatores que impactam diretamente o mercado de cinema no Brasil. Divulgação/Universal Pictures O cenário evidencia que, embora os sucessos internacionais continuem atraindo grandes audiências, consolidar e expandir o público para produções nacionais segue sendo um desafio estratégico no mercado de cinema no Brasil. [1] https://www.filmeb.com.br/ [2] https://abcdoabc.com.br/o-agente-secreto-favoritos-oscar-2026/ [3] https://abcdoabc.com.br/cultura-defende-regulamentacao-de-streaming/