
A manhã deste sábado, 3 de janeiro de 2026, marca um ponto de inflexão na geopolítica das Américas. Após o anúncio oficial da incursão militar dos Estados Unidos [1], o cenário em Caracas, na Venezuela [2], é de incerteza absoluta. A confirmação de que Nicolás Maduro e Cilia Flores estão sob custódia americana altera drasticamente o tabuleiro de poder na região, desencadeando reações imediatas em Brasília, Moscou e nos mercados de energia.
O que se sabe sobre a "Operação de Decapitação" em Caracas
Como aconteceram os ataques à Venezuela na madrugada deste sábado - RS/via Fotos Publicas
A ofensiva, que começou na madrugada, utilizou tecnologia de ponta para neutralizar as defesas venezuelanas. Conforme reportado anteriormente, os Estados Unidos atacaram a Venezuela e capturaram Maduro em uma ação que combinou ataques cibernéticos aéreos e forças especiais em solo.
A neutralização do sistema S-300
Analistas de defesa indicam que a supressão eletrônica foi a chave do sucesso inicial. O sistema antiaéreo de fabricação russa, orgulho do regime chavista, foi "cegado" por interferência de guerra eletrônica, permitindo que bombardeiros stealth operassem sem resistência sobre alvos estratégicos como o Forte Tiuna.
Reações Internacionais: O Brasil na Encruzilhada
O governo brasileiro, sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, adotou uma postura de "extrema cautela e repúdio ao uso da força". Em nota oficial, o Itamaraty afirmou que a soberania sul-americana foi ferida.Brasil e Colômbia: Ambos os países reforçaram o policiamento nas fronteiras para conter a crise humanitária que deve se intensificar nas próximas 48 horas.
Rússia e China: Os principais aliados de Maduro classificaram a ação como uma "violação flagrante da Carta da ONU" e convocaram o Conselho de Segurança para uma sessão de emergência.Oposição Venezuelana: Lideranças como María Corina Machado pedem que as Forças Armadas venezuelanas garantam a ordem interna e evitem uma guerra civil.
Choque Econômico: Petróleo e Mercado Financeiro
O mercado global de energia reagiu com pânico. Como a Venezuela detém as maiores reservas de petróleo do mundo, a interrupção do fluxo e o risco de sabotagem nas refinarias da PDVSA levaram o barril do tipo Brent a ultrapassar os U$ 94.
Impacto no Brasil: Economistas preveem uma pressão inflacionária imediata nos combustíveis.
Ações de Defesa: No mercado externo, empresas de tecnologia militar registram altas recordes.
Próximos Passos: O Destino Judicial de Maduro
A grande questão jurídica agora é onde Maduro será processado. Fontes do Departamento de Estado dos EUA sugerem que ele pode ser levado a um Tribunal Internacional ou enfrentar acusações de narcotráfico em solo americano, similar ao precedente histórico de Manuel Noriega, no Panamá, em 1989.
[1] https://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos
[2] https://abcdoabc.com.br/estados-unidos-ataca-venezuela-maduro-capturado/