Zema minimiza baixos índices e cita “virada” de 2018

Zema minimiza baixos índices e cita “virada” de 2018
Zema minimiza baixos índices e cita “virada” de 2018 O governador de Minas Gerais [1], Romeu Zema [2](Novo), demonstrou otimismo nesta quinta-feira (15) ao comentar o desempenho de sua pré-candidatura presidencial na pesquisa Genial/Quaest. Durante evento na cidade de Serra da Saudade, o gestor afirmou estar "felicíssimo" com os resultados, apesar de os números o colocarem distante dos líderes da oposição, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Para Zema, o momento atual da campanha nacional guarda semelhanças com o início de sua trajetória política em 2018. "Oito anos atrás, quando eu comecei a minha campanha em Minas, o meu número era dez vezes menor do que esse. Eu não tenho medo de número pequeno", declarou, enfatizando que sua estratégia será percorrer o Brasil para apresentar propostas focadas em transparência e combate à corrupção. Comparativo de Cenários no Segundo Turno A pesquisa Genial/Quaest detalha o potencial de voto da direita em confrontos diretos contra o presidente Lula. Embora Zema apareça com uma desvantagem de 15 pontos percentuais no segundo turno, ele mantém uma base sólida de eleitores indecisos ou que optam pelo voto nulo. Candidato de OposiçãoIntenção de Voto (2º Turno)Votos de Lula (2º Turno)Tarcísio de Freitas39%44%Flávio Bolsonaro38%45%Romeu Zema31%46% Numericamente, Zema também pontua abaixo de Ratinho Jr. (PR) e Ronaldo Caiado (GO). Contudo, o mineiro aposta no desgaste do atual governo federal para inverter os índices. Ele criticou o sigilo de documentos em Brasília, contrastando com o modelo mineiro de gestão: "Em Minas nós mostramos tudo; em Brasília só daqui a cem anos". A Estratégia da "Sola de Sapato" O governador relembrou que, em 2018, sua vitória sobre Fernando Pimentel e Antonio Anastasia foi construída através de visitas a mais de 200 municípios. Para 2026, Zema planeja repetir a dose, utilizando as entregas de seu governo em Minas como vitrine nacional. Segundo ele, a "competência técnica" será o diferencial para atrair o eleitorado que hoje se diz indeciso (4%) ou propenso ao voto branco/nulo (19%). A análise dos dados da Quaest indica que a margem de erro é de dois pontos percentuais, o que coloca a oscilação negativa de Zema (de 33% para 31% desde dezembro) dentro de uma estabilidade técnica. A meta do Partido Novo é consolidar o nome de Zema como o principal interlocutor do liberalismo econômico na centro-direita, especialmente se outros nomes sofrerem impedimentos jurídicos ou políticos até a convenção partidária. [1] https://pt.wikipedia.org/wiki/Minas_Gerais [2] https://abcdoabc.com.br/zema-lanca-pre-candidatura-e-nao-descarta-alianca-com-outros-partidos/