São Silvestre zera emissões de carbono em edição de 2025

São Silvestre zera emissões de carbono em edição de 2025
São Silvestre zera emissões de carbono em edição de 2025 A centésima edição da São Silvestre [1] marca um ponto de inflexão na história do esporte nacional ao se consolidar como um evento carbono neutro. A tradicional corrida, agendada para o dia 31 de dezembro em São Paulo, firmou uma parceria estratégica com o Grupo Solví para mitigar seu impacto ambiental. O projeto visa compensar integralmente as emissões derivadas do deslocamento dos corredores, além do consumo de recursos essenciais como água e energia. Esta iniciativa coloca a São Silvestre na vanguarda da responsabilidade climática. A gestão de resíduos gerados durante a competição também entra no cálculo da pegada de carbono, garantindo que a celebração esportiva não deixe passivos ambientais para a cidade. Compromisso ambiental na São Silvestre Segundo a organização, transformar a prova em um modelo de sustentabilidade é tão importante quanto o aspecto competitivo. Diego Nicoletti, COO do Grupo Solví, destaca que a ação vai além do marketing, focando no combate real ao aquecimento global. "Compensando as emissões de carbono geradas pelos milhares de atletas, o evento contribui significativamente para a diminuição do impacto ambiental e ajuda a combater o aquecimento global. A Solví tem se dedicado a compensar as emissões de grandes eventos, como o GP de São Paulo e a própria São Silvestre, demonstrando que o tratamento correto dos resíduos pode transformar lixo em um ativo valioso que gera créditos de carbono certificados." A declaração reforça que a São Silvestre [2] segue uma tendência mundial onde grandes espetáculos precisam alinhar entretenimento à agenda climática urgente. Metodologia de cálculo e educação Para garantir a precisão na compensação, a organização utilizará dados detalhados. O cálculo das emissões não é uma estimativa genérica, mas baseia-se em informações concretas fornecidas pelos inscritos. Os principais vetores de análise incluem: Logística dos Atletas: Tempo de deslocamento terrestre e duração de voos para chegar à prova. Recursos Naturais: Volume de água e energia elétrica consumidos pela estrutura do evento. Gestão de Resíduos: Quantidade de lixo gerado e seu destino final. A coleta de dados começa antes mesmo da largada da São Silvestre. O trajeto dos participantes até a Expo, local de retirada dos kits, já compõe o inventário de emissões. Interatividade e conscientização A estratégia ambiental inclui um forte componente educativo. Durante a entrega dos kits, os visitantes encontrarão quatro totens interativos. Nestes pontos, será possível calcular a própria pegada de carbono individual. Agentes ambientais estarão presentes para orientar o público sobre como pequenas ações impactam o cenário global. Essa abordagem visa engajar o público da São Silvestre para que a consciência ecológica ultrapasse os limites da corrida. Legado de sustentabilidade O Grupo Solví, parceiro nesta empreitada, traz para o evento a expertise de quem já gerou mais de 30 milhões de créditos de carbono. Esse volume foi obtido através do tratamento rigoroso de resíduos em aterros sanitários e usinas termoelétricas. Ao adotar essas práticas, a organização assegura que a centésima São Silvestre não será lembrada apenas pelos recordes nas pistas, mas pelo respeito ao meio ambiente. A consolidação dos dados pós-prova determinará a compensação exata necessária, fechando o ciclo de neutralidade de carbono desta edição histórica. [1] https://abcdoabc.com.br/sao-silvestre-confira-dicas-para-evitar-lesoes/ [2] http://saosilvestre.com.br/