
A Prefeitura de Diadema [1] encerrou nesta semana um ciclo intenso de atividades voltadas ao Fevereiro Roxo, [2] campanha dedicada à conscientização sobre Alzheimer, Lúpus e Fibromialgia. Entre os dias 3 e 26 de fevereiro, as 20 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e os cinco Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) do município promoveram ações estratégicas para reforçar a importância do diagnóstico precoce e do acolhimento aos pacientes.
Mobilização nas Unidades Básicas de Saúde
As ações do Fevereiro Roxo em Diadema abrangeram desde palestras educativas até oficinas práticas. A programação incluiu rodas de conversa, sessões de cinema temáticas, testes rápidos e oficinas de memória corporal. O objetivo central foi integrar profissionais, pacientes e familiares em um ambiente de suporte e informação.
Um dos destaques ocorreu na UBS Vila São José, que desenvolveu a "Árvore da Empatia". Na atividade, usuários e servidores fixaram mensagens de apoio e orientações de saúde em uma estrutura simbólica, fortalecendo o vínculo comunitário e o respeito ao tratamento de doenças crônicas.
Entenda as doenças pautadas pelo Fevereiro Roxo
A campanha nacional foca em três condições distintas, mas que compartilham o desafio do diagnóstico assertivo e do manejo contínuo:
Alzheimer: Doença neurodegenerativa que causa perda de funções cognitivas, falhas de memória e confusão mental.
Fibromialgia: Caracterizada por dor crônica generalizada, fadiga extrema, distúrbios do sono e sensibilidade muscular.
Lúpus: Doença autoimune que pode atingir múltiplos órgãos, articulações e a pele, apresentando sintomas como manchas e febre.
"O diagnóstico precoce e o início imediato do acompanhamento médico são fundamentais para garantir a qualidade de vida da pessoa e retardar a evolução de sintomas graves", reforça a orientação técnica das unidades municipais.
Tratamento e rede de apoio em Diadema
Além da assistência farmacológica oferecida pela rede pública, o município enfatiza o uso de terapias não medicamentosas durante o Fevereiro Roxo. Atividades físicas e mentais são essenciais para o controle dessas enfermidades.
Moradores com 60 anos ou mais podem buscar suporte no Centro de Convivência Municipal da Pessoa Idosa (CCMI). A rede também disponibiliza o Clube Municipal Mané Garrincha e grupos de caminhada nas UBSs, incentivando a interação social como ferramenta terapêutica complementar para quem convive com os desafios do Fevereiro Roxo.
[1] https://portal.diadema.sp.gov.br/
[2] https://abcdoabc.com.br/fevereiro-roxo-alzheimer-uma-doenca-cada-vez-mais-comum/