
A Secretaria Estadual da Saúde [1] confirmou a primeira morte por febre amarela [2] em São Paulo neste ano. O paciente de 38 anos morava em Cunha, município do Vale do Paraíba, e não havia recebido o imunizante profilático.
O órgão estadual também registrou a recuperação de duas pessoas na cidade de Cruzeiro, localizada na mesma região. Uma mulher de 23 anos e um homem de 52 anos contraíram o vírus. Assim como a vítima fatal, eles não buscaram a proteção vacinal.
Vacina contra a febre amarela e áreas de risco
A imunização representa a única forma efetiva de proteção contra a febre amarela. O sistema público de saúde disponibiliza as doses rotineiramente e de forma gratuita em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do estado.
Pessoas com viagens programadas para zonas de mata, áreas rurais ou localidades com histórico de transmissão precisam receber a injeção. A aplicação deve ocorrer com antecedência mínima de dez dias do deslocamento para garantir o desenvolvimento de anticorpos.
Ciclo silvestre e alerta contínuo
O território paulista é considerado totalmente endêmico para a febre amarela. O vírus circula na natureza de forma silvestre por meio da picada de mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes.
Os insetos adquirem o patógeno ao picar macacos doentes e repassam aos humanos durante novas picadas. O animal atua apenas como hospedeiro e vítima da doença, não oferecendo risco direto de contágio para a população.
Esquema vacinal pediátrico
A rede pública estabelece um protocolo específico de proteção para a primeira infância. Crianças menores de cinco anos recebem a vacina em duas etapas distintas da vida: aos nove meses e aos quatro anos de idade. O cumprimento rigoroso desse calendário bloqueia a disseminação da febre amarela.
[1] https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwipqb-mz_KTAxXTHLkGHavLDNIQFnoECBkQAQ&url=http%3A%2F%2Fwww.saude.sp.gov.br%2F&usg=AOvVaw3eloP3l78WBK8Mh8TcCIzM&opi=89978449
[2] https://abcdoabc.com.br/febre-amarela-casos-vale-do-paraiba/