Estados Unidos e Israel lançam ofensiva militar contra o Irã

28/02/2026 - 08:50  
Estados Unidos e Israel lançam ofensiva militar contra o Irã
Estados Unidos e Israel lançam ofensiva militar contra o Irã Os Estados Unidos [1] e Israel iniciaram, na madrugada deste sábado (28/02), uma operação militar coordenada de larga escala contra o território iraniano. Batizada pelo Pentágono de "Operação Fúria Épica", a ofensiva incluiu bombardeios aéreos e navais, resultando em múltiplas explosões na capital, Teerã, e em cidades estratégicas como Isfahan e Qom. A ação ocorre menos de 48 horas após o colapso das negociações diplomáticas em Genebra sobre o programa nuclear da República Islâmica. O presidente Donald Trump [2] confirmou a participação direta das forças norte-americanas, classificando o ataque como uma medida "preventiva e defensiva". Segundo o governo dos Estados Unidos, o objetivo central é desmantelar a infraestrutura de mísseis e impedir que o regime de Teerã obtenha armamento atômico, garantindo a segurança regional e global. Alvos Estratégicos e Impacto em Teerã Relatos da agência estatal iraniana Tasnim confirmam que o complexo da presidência e áreas próximas à residência do Líder Supremo, Ali Khamenei, foram alvos de mísseis de precisão. Embora o governo iraniano afirme que seus líderes estão em segurança, o impacto psicológico e estrutural é severo. A participação dos Estados Unidos na ofensiva marca o maior envolvimento militar direto de Washington na região desde a invasão do Iraque em 2003."Os Estados Unidos estão apoiando Israel com força esmagadora e poder devastador", declarou Trump em pronunciamento oficial, reforçando que a política externa atual não tolerará o que chama de "ameaças nucleares terroristas". Retaliação e Escalada de Conflito O Irã reagiu prontamente, lançando uma onda de mísseis e drones contra o território israelense e bases militares dos Estados Unidos situadas no Bahrein, Kuwait e Catar. Sirenes de alerta soaram em Tel Aviv e Jerusalém, enquanto sistemas de defesa antimísseis operavam para interceptar as ameaças. "Este regime terrorista assassino não deve ser armado com armas nucleares que lhe permitam ameaçar toda a humanidade", afirmou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em nota conjunta com os Estados Unidos. [1] https://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos [2] https://abcdoabc.com.br/trump-ignora-suprema-corte-tarifa-global-15/