Estado prorroga processo seletivo de policiais da reserva para monitoria nas Escolas Cívico-Militares

Estado prorroga processo seletivo de policiais da reserva para monitoria nas Escolas Cívico-Militares
Estado prorroga processo seletivo de policiais da reserva para monitoria nas Escolas Cívico-Militares Após o deputado estadual Tenente Coimbra (PL-SP) [1] reivindicar junto à gestão Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos) maior tempo viável para policiais da reserva se inscreverem no Programa das Escolas Cívico-Militares [2], a Secretaria de Estado da Educação de São Paulo prorrogou o prazo para 31/7. O processo seletivo visa à contratação de, ao menos, 200 militares (com possibilidade de ampliação), entre monitores e monitores-chefes, para atuarem nas cem unidades da rede estadual que adotarão o método de ensino a partir do segundo semestre deste ano. Idealizador da lei complementar 1.398/2024, que institui o Programa das Escolas Cívico-Militares no estado, Coimbra obteve a confirmação da Secretaria de Educação bandeirante que o projeto já tem mais de 300 inscritos. No entanto, no entendimento do parlamentar do PL-SP, a prorrogação das inscrições é necessária, para uma maior adesão desses profissionais e, consequentemente, maior número de candidatos para efetivação e, também, para suplência, em caso de vacância nos cargos: “Os prazos são apertados para a entrega de documentos e muitos militares da reserva estão com dificuldades para conseguir, em tempo hábil, algumas certidões. A prorrogação até o final de julho veio em boa hora. A ideia é que o processo de contratação seja justo e democrático, e possibilite a organização de uma lista de espera, em caso de baixa”, complementa Coimbra, que preside na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) a Frente Parlamentar pela Implantação das Escolas Cívico-Militares. O processo seletivo é aberto a policiais militares da reserva. Os candidatos devem se cadastrar na página do Banco de Talentos da Secretaria de Educação (www.bancodetalentos.educacao.sp.gov.br [3]) e indicar as escolas onde desejam atuar. Após as inscrições, uma banca avaliadora fará a análise da vida pregressa e de títulos e de documentos comprobatórios de aptidão para desempenho nas escolas. A terceira etapa do processo seletivo é destinada à entrevista, que terá à frente servidores das Diretorias de Ensino e de escolas selecionadas pelo candidato. Cada Escola Cívico-Militar deve receber, a princípio, dois monitores. A depender do número de alunos matriculados, é possível que haja ampliação nas contratações. IdealizadorO projeto das Escolas Cívico-Militares foi articulado pelo mandato de Coimbra há pouco mais de seis anos. O deputado explica que o trabalho ganhou mais força a partir da adesão de Tarcísio e do secretário de Estado de Segurança Pública, Guilherme Derrite (PL-SP): “Mesmo com tantos movimentos contrários, inclusive da Esquerda e de gente desinformada, o Governo do Estado acolheu nossa proposta e seguiu com a ideia em São Paulo, de forma autônoma, sem depender de autorização do governo federal”, ressalta o liberal. [1] https://www.instagram.com/tenente_coimbra/ [2] https://abcdoabc.com.br/escolas-civico-militares-programa-sera-implantado-no-segundo-semestre-de-2025-em-sp/ [3] http://www.bancodetalentos.educacao.sp.gov.br/